I
Sistema operativo, não demos
Ontologia, dados, avaliação e AIP. Sem isso, GenAI é teatro. Com isso, vira decisão operacional.
Sobre a Oidime
Ligar dados, ontologia e IA às decisões operacionais. Fazer modelos fiáveis com dados e avaliação de fronteira. A Oidime junta as duas coisas, para Portugal e para a Europa: sistema operativo de IA com português europeu, RGPD e soberania útil no centro.
Em novembro de 2024, na abertura da Web Summit, o primeiro-ministro Luís Montenegro anunciou um «ChatGPT português». O nome chegou dias depois: Amália. A imprensa (ECO, RTP, Forbes Portugal, TEK) acompanhou o anúncio, a beta e a versão final em 2026.
O que ficou menos claro no título é o essencial: a Amália é um grande modelo de linguagem aberto. Não é uma aplicação para o público. É matéria-prima. Sem ontologia, sem motor de dados, sem avaliação e sem AIP, fica no laboratório.
A Oidime fecha esse intervalo. Modelamos a organização (objectos, ligações, acções), construímos corpora e RLHF em pt-PT, avaliamos com rigor e pomos agentes a operar com write-back e governação. Usamos a Amália quando o caso pede soberania e língua. Usamos outros modelos quando vencem em qualidade ou custo. O critério é o vosso trabalho, não a bandeira do modelo.
Somos uma equipa pequena. Preferimos um sistema em produção a um deck de possibilidades.
I
Ontologia, dados, avaliação e AIP. Sem isso, GenAI é teatro. Com isso, vira decisão operacional.
II
Português europeu, direito português e RGPD não são um filtro. São o ponto de partida.
III
Modelos nacionais quando importam. Modelos globais quando vencem. Sempre com dados e governação sob vosso controlo.
IV
Um parceiro pequeno e directo. Preferimos acções em produção a um deck de possibilidades.